A candidata ao governo da Bahia pelo PSB, Lídice da Mata, se comprometeu a analisar a proposta de criação da Secretaria do Interior, sugerida pelo Comitê de Entidades Sociais de Defesa de Ilhéus e Região Cacaueira (Coeso), durante a visita que fez a Ilhéus, nesta sexta. “A redução das desigualdades regionais será prioridade no nosso governo e essa proposta merece ser analisada com muito carinho”, afirmou.
“A ideia da Secretaria do Interior tem tudo a ver com o foco do nosso programa de governo, que é reduzir as desigualdades sociais e regionais, desenvolvendo não apenas a capital, mas também o interior”, explicou a candidata.
A proposta foi apresentada pelo presidente do Coeso, Mirinho Duarte que entregou a Lídice uma pauta de reivindicações da região. “Seu governo vai ser sério, transparente, capaz de unir a Bahia e reduzir as desigualdades”, discursou o líder da entidade, que não tem vínculos partidários e representa diversos segmentos de sindicalistas, estivadores e ex-trabalhadores na cultura do Cacau.
Lídice disse que a maioria das propostas e reivindicações listadas no documento está contemplada no programa de governo. “A maior parte das solicitações já está incorporada. As outras serão analisadas com toda a atenção. Ela também enumerou uma série de propostas contidas em seu plano de governo, a exemplo da melhoria da infraestrutura na Região Sul do Estado, mediação de conflitos entre indígenas e agricultores, melhoria dos serviços públicos de saúde, de educação e da segurança pública.
“Quero ser governadora para fazer o que os outros não fizeram: uma revolução na educação da Bahia, com ensino em tempo integral e de qualidade “, disse a candidata. Ela ainda se comprometeu com a interiorização da saúde e com um projeto de segurança pública voltado para promover uma “cultura da paz”, reduzir a violência e combater a criminalidade.
Após a reunião, Lídice fez uma caminhada pelas ruas centrais de Ilhéus, acompanhada do candidato a deputado federal Bebeto Galvão, dos candidatos a deputado estadual Rodrigo Hita e Capitão Carlos, e cerca de 500 pessoas.
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